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Criptografia e segurança

Conforme o Global Partners Digital, autores do Travel Guide To Digital World: Encryption Policy For Human Rights Defenders: “A criptografia nos permite comprar, depositar, enviar e receber comunicações sem medo de interferência ou vigilância”.

Essa conclusão do Travel Guide to Digital World faz todo sentido, afinal, a CRIPTOGRAFIA de ponta-a-ponta é a tecnologia capaz de codificar uma informação de forma que apenas o remetente e o destinatário possam recebê-la e compreendê-la. 

Qualquer agente externo que tentar interceptar a mensagem no meio do caminho não será bem sucedido, encontrará apenas informações quebradas e desconexas, como um quebra-cabeça, cujas peças vão separadas durante o percurso, mas se juntam automaticamente ao encontrar o destinatário. 

O assunto em torno da CRIPTOGRAFIA de ponta-a-ponta tem tomado corpo nos últimos tempos, em decorrência do crescente aumento de produtos e serviços on-line e da necessidade de segurança neste ambiente, especialmente porque ela fornece aos indivíduos uma zona de privacidade para manter opiniões e exercer liberdade de expressão, impedindo interferências ilegais ou arbitrárias e dificultando a vigilância por parte da iniciativa pública e privada. 📢

A CRIPTOGRAFIA surge como uma ferramenta de segurança contra interferências indesejadas de terceiros, e se consagra como instrumento de privacidade – e à certa medida – de garantia de direitos fundamentais, ao passo que tutela não apenas a vida privada, mas também a intimidade e o tráfego de dados sensíveis relacionados à orientação sexual, religiosa, de saúde, dentre outros. .

Assim, a CRIPTOGRAFIA contribui com o “direito de cada indivíduo de não ser simplificado, objetivado, e avaliado fora de contexto”, conforme pondera Stéfano Rodotá falando de privacidade de dados em seu livro “A Vida na Sociedade da Vigilância”. 

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